Hoje estou nervoso.
temo pela minha sanidade mental.
penso em vós,
respiro fundo
e sorrio ligeiramente.
Obrigada!
sexta-feira, 26 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
cama solitária (I)
Hoje acordei e procurei-te.
Não estavas!
Submergi n'kele imenso mar de tristeza
Lamento profundo da tua ausência.
Não estavas!
Submergi n'kele imenso mar de tristeza
Lamento profundo da tua ausência.
sexta-feira, 19 de março de 2010
A inocência dos 22 anos e outras coisas
Mas que inocência? Ou uma pessoa é inocente, ou não é, e eu gosto de pensar que não sou inocente, mas, mas, … Mas nada! Não posso ser as duas coisas simultaneamente.
Sou egoista? Serei um pouco… ou bastante? Bem, sou um pouco/bastante egoista. E Egocêntrico? Espera aí! como é que uma pessoa consegue ser egocêntrica quando não gosta do seu ‘eu’, ou de si mesma? Não pode ser egocêntrica. Serei muitas coisas, terei muitos defeitos mas… 22 anos!.
Tenho muito que aprender, e sempre serei inocente nos campos que não domino ou desconheço. Daí que cometa erros e muitos, 22 anos.
O peso desta idade (de transição) é brutal! Nem estás lá, nem estás cá. Não estou a fazer-me de pobre coitado, estou a constatar factos e a desabafar. Serei mais maduro que muitos indivíduos da minha idade, provável. Mas aos meninos que são criados unicamente pela mãe é nos familiar tal maturidade. Não obstante, com 22 anos ainda resta um todo por explorar.
Gostava de pensar que as amizades não se resumem unicamente de coisas boas, de grandes momentos para a posterioridade, mas sim de uma caminhada contínua feita de bons e maos momentos. De sucessos e glórias. De erros e contradições que são devidamente reconhecidas com o tempo. Efectivamente, quando falhamos, será porque houve antecedentes que nos levou a falhar. Circunstâncias do momento. Malditos 22 anos.
Sou uma desilusão contastante, mas tenho bom coração. Com 22 anos só peço uma oportunidade para retomar e corrigir tudo que errei. De chorar os desabores que estes 22 anos me trouxeram. Alguem que me salve!
Sou egoista? Serei um pouco… ou bastante? Bem, sou um pouco/bastante egoista. E Egocêntrico? Espera aí! como é que uma pessoa consegue ser egocêntrica quando não gosta do seu ‘eu’, ou de si mesma? Não pode ser egocêntrica. Serei muitas coisas, terei muitos defeitos mas… 22 anos!.
Tenho muito que aprender, e sempre serei inocente nos campos que não domino ou desconheço. Daí que cometa erros e muitos, 22 anos.
O peso desta idade (de transição) é brutal! Nem estás lá, nem estás cá. Não estou a fazer-me de pobre coitado, estou a constatar factos e a desabafar. Serei mais maduro que muitos indivíduos da minha idade, provável. Mas aos meninos que são criados unicamente pela mãe é nos familiar tal maturidade. Não obstante, com 22 anos ainda resta um todo por explorar.
Gostava de pensar que as amizades não se resumem unicamente de coisas boas, de grandes momentos para a posterioridade, mas sim de uma caminhada contínua feita de bons e maos momentos. De sucessos e glórias. De erros e contradições que são devidamente reconhecidas com o tempo. Efectivamente, quando falhamos, será porque houve antecedentes que nos levou a falhar. Circunstâncias do momento. Malditos 22 anos.
Sou uma desilusão contastante, mas tenho bom coração. Com 22 anos só peço uma oportunidade para retomar e corrigir tudo que errei. De chorar os desabores que estes 22 anos me trouxeram. Alguem que me salve!
domingo, 10 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
Natal
Sou a palavra nos sinos.
E que tropei nos sentidos
Que vendaval de emoções!
Natal de quantos meninos
Em nudez foram paridos
Num presépio de ilusões.
Natal de fraternidade
Solenamente jurada
Num cotraponto em surdina.
A imagem da humanidade
Terrenamente nevada
Dum halo de luz divina.
Natal do que prometeu,
Só bonito na lembrança.
Natal que aos poucos morreu
No coração da criança,
Porque a vida aconteceu
Sem nenhuma semelhança.
Miguel Torga
E que tropei nos sentidos
Que vendaval de emoções!
Natal de quantos meninos
Em nudez foram paridos
Num presépio de ilusões.
Natal de fraternidade
Solenamente jurada
Num cotraponto em surdina.
A imagem da humanidade
Terrenamente nevada
Dum halo de luz divina.
Natal do que prometeu,
Só bonito na lembrança.
Natal que aos poucos morreu
No coração da criança,
Porque a vida aconteceu
Sem nenhuma semelhança.
Miguel Torga
domingo, 20 de dezembro de 2009
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